quarta-feira, 16 de junho de 2010

Islamismo.

Se você perguntou pra sua mãe o que era, aos oito anos, e ela se limitou a dizer que era um monte de árabe maluco;

Se você perguntou pra tia da escola e ela, no alto de toda sua didática e atenta ao programa pedagógico da 3ª série, respondeu que você aprenderia na 8ª;

Se você finalmente chegou na 8ª e ninguém te ensinou nada, eis a solução:


História linda de morrer. Simples assim.


domingo, 13 de junho de 2010

Meus queridos leitores, vou contar à vocês um bafão:

Comprei um pijama.

Mas o bafão não é esse, claro. O bafão é que a calça dele é legging.

Portanto, cidadãos santistas, se vocês me virem por aí de legging nova, já sabem.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Querido diário,

Hoje eu tive que lavar meu tênis. Tarefa inglória. Tem mais de mês que ele tá lá, esperando qualquer boa vontade dentro do cesto.

E aí eu lembrei da minha mãe. Primeiro por que ela lava meu tênis bem melhor que eu. Aliás, minha mãe lava qualquer coisa melhor que eu. Sim, por que é humanamente impossível ser advogada, fazer pós, malhar, cuidar da cachorra, do grude e ainda lavar roupa tão bem quanto a minha mãe. Aí eu lembrei dela.

Lembrei também por que pensei por uns segundos em deixar o tênis ali, como quem não quer nada sabe? Por que sei que mamãe vem no final do mês e então não resistiria e lavaria. Quem se importa se ele ficou uns três meses no cesto? Bobagem.

Mas, seria inevitável ouví-la dizer umas trezentas e cinquanta e doze vezes que é uma vergonha uma mulher desse tamanho não lavar um tênis, não limpar o forno, não tirar o preto do meio do azulejo com a escovinha e por ai vai. Minha mãe acha que eu sou a mulher maravilha. A própria reencarnação da She-Ra. Sério.

Então eu lavei o tênis. Por que é mais fácil do que ouvir mamãe falando. Ô se é.


quinta-feira, 3 de junho de 2010

Toda a minha carreira teatral.

Quando eu tinha uns 6 anos, ganhei meu primeiro papael no teatro:

 Uma árvore.

Sim, mas não era uma árvore qualquer. Era uma senhora árvore. Imagivem vocês, meus queridos leitores: O tronco era uma caia de papelão pintada de marrom, que nós mesmos, crianças de 6 anos, pintamos nas aulas de Ed. Artística. (viva a criatividade das tias e o projeto pedagógico!). As folhas eram feitas de papel crepom verde, muito papel crepom verde. Na minha cabeça botaram uma cesta com maças.Na verdade não sei de quem foi essa brilhante idéia. Será que maças só nascem no topo das árvores? Aham? Enfim. Naquela época eu não era tão questionadora, graças a Deus.

Ocorre que depois de muito ensaiar e as tias convocarem TOOOOOOOOOOODAS as mães e pais e primos e avós de todo mundo, minha rinite resolveu atacar. Sim, por que eu tenho rinite desde que me conheço por gente. Não deu outra. Fiquei famossérrima. Conhecida como a árvore que espirrava. Espirrei, espirrei e espirrei durante toda a peça. Acho que foi a coisa mais difícil que eu fiz na vida. Espirrar sem perder todo aquele crepom verde, digo, folhas. Tomar cuidado pra toda água que descia nariz abaixo não borrar a caixa de papelão marrom. Um horror.

Claro que as outras crianças de 6 anos acharam o máximo desde então me apontar e dizer "olha a árvore que espirra" e morrer de rir. Muito agradável.

Pedi, implorei, chorei e fiz o maior drama pra minha mãe me trocar de colégio, afinal, ser reconhecida pelas mães dos meus milhões de amiguinhos de 6 anos como a árvore que espirrava era um motivo de força maior. Mas ela se mostrou absolutamente insensível com o e´pisódio e me manteve no Leopoldinho III - Nós educamos seu filho com amor. Mentira. Lá eles criam monstros infantis que vão rir de você por toda a sua vida.

Anos mais tarde, já no terceiro ano do ensino médio, fui convocada pro papel de freira no Colégio São José, religioso até o último fio de cabelo de São Palloti (Santo fundador do troço). Eu estudava lá como bolsista, não teve como negar pra madre superiora. Até contei o episódio da árvore que espirrava mas ela disse que era bobagem, que eu era nova demais e que meu papel só teriam duas falas.

Fui lá com todo meu trauma.

A roupa da freira era uma espécie de pano de cortina branco, com um pano de cortina preto por cima, o que me levou a fazer certa comparação sobre a falta de investimentos em figurino e cenário, que anos mais cedo eu tinha notado no Leopoldinho. Tinha um óculos também. Não sei por que raios de motivo além de freira eu tinha que usar óculos. Era castigo demais pra um ser só. Mas fui forte e não fiz objeção quando a moça me deu aquele negócio com cara de "eu já passei em muitos narizes".

Pois bem.

Falei pra moça que estava nos vestindo que achava melhor colocar um short por baixo, vai que o pano de cortina rasga né? Ela disse que era bobagem (igualzinha a madre havia dito), que o figurino já tinha sido usado milhares de vezes (olha que maralhinha, como o óculos!) e que nunca aconteceu nada.

No dia da apresentação o Colégio tava cheio, era dia do tal São Palloti e todas as carolas mães de alunos estavam por lá, elas e as família quatrocentonas de São Bernando do Campo.

Adivinha o que aconteceu?

Tropecei no pano de cortina, na parte branca e cai no palco. Não bastasse a vergonha pelo tombo, metade da minha bunda apareceu (leiam acima: Eu havia pedido pra ficar de short!) por que o pano de cortina subiu. Encerrei a minha gloriosa carreira teatral sob os olhares chocados das velhinhas da platéia.

Era melhor ser uma árvore que espirrava do que uma freira de bunda de fora.











domingo, 23 de maio de 2010

Hoje eu queria dizer tanta coisa, que no fundo no fundo, não consigo dizer coisa nenhuma.

Um saco.

Vamo dormir Pê. Tá na hora.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

top blog 2010.

Meus queridos milhões de leitores, o top blog 2010 indicou minha pessoa ao prêmio na categoria variedades.

Sim, embora eu não saiba por o link aqui, devo dizer que vocês podem achar no google o site, jogar meu nome e sobrenome (tudo junto) na barrinha (não do Google né?) e pronto. Tá lá.

Agora, por favor, não votem em mim, ser famosa dá muito trabalho.



segunda-feira, 17 de maio de 2010

domingo, 16 de maio de 2010

Perdão.

Eu sempre acreditei que perdoar fosse coisa de duas mãos. Que era necessário pedido de um lado e a dação de outro. Cresci com esse protocolo arraizado em mim. Alguém pede, alguém dá. Pronto. Tá perdoado. Nao vale se não for assim. Tipo regra de esconde esconde sabe? Quem bate cara não pode olhar, do mesmo jeito que pra ter perdão, tem que ter bilateralidade. Uma coisa não existe sem a outra. Se no esconde esconde quem olha bate cara de novo, nessa coisa antropológica de perdoar, se um dos lados não concorda com o contrato não tem perdão. Simples e pesado.

Mas perdão não é assim. Gracias a Dios.

Basta que eu peça , mesmo que o outro se recuse. Vale ainda o contrário, vale mesmo se eu pedir e o outro não der. Quando eu era pequena e aprontava alguma coisa (e eu sempre aprontava alguma coisa) minha mãe que já morreu (por que tenho uma viva - eu tenho duas) sempre dizia que eu tava perdoada.

Minha irmã, que boa pessoa já não era desde as fraldas dizia: Mas mãe, ela nem pediu desculpa!

Mamãe se limitava a dizer que eu tava perdoada e pronto.

É claro que a gente quase não entende nada quando é pequena, se fosse assim não haveria tempo pra brincar. Eu achava o máximo que a minhã mãe fosse assim. Eu fazia o diabo e ela perdoava. Perdoava e perdoava e perdoava mais. Quase nunca eu pedi desculpas, e as poucas vezes que pedi foi por nítida ameça de perder alguma regalia infantil: não fui sincera.

Cresci num lar onde havia perdão dado, doado, sem pedido. E por mais que eu me tente, não tenho a grandeza da minha mãe.

Não sei perdoar todo mundo. Não guardo a mágoa, isso não. Mas também não perdoo.
Mas ó, nao é de todo mal, pedir desculpa eu sei. E como sei. Peço desculpa sem problema, sem orgulho, sem medo de nao ser perdoada.

E todo esse texto foi só por que lembrei da minha mãe.
Que me perdoava sempre e tanto e mais.



domingo, 9 de maio de 2010

É tanta felicidade que não cabe em mim.
Transborda.
Na pele, no cabelo, na fila do pão.

O grande amr da minha vida tá ali. É vizinho. É meu.
Tem o sorriso lindo.
A mão linda.
Até a unha do pé dele é linda.

Na rua, na chuva, na fazenda.
É o sentido, o caminho e a direção.
De um coração que sempre acreditou, mas nunca encontrou nenhum motivo.

E agora tem até apartamento com varanda gourmet, tem filhos lindos que não nasceram. Tem toda uma vida pra dar certo.


Samantha
brega e romântica.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

quinta-feira, 29 de abril de 2010

eeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee
Passei na aula de motoca!

O Ministro e o Sexo.

O Seu Ministro mandou todos os velhinhos fazerem sexo contra a hipertensão.
Quero ver quando a velharada começar a ter ataque do coração o que é que ele vai dizer.
Né não?

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Mundo cão.

Hoje algum vizinho desconhecido do prédio da frente tentou jogar um saco de pão na minha cabeça, enquanto eu voltava distraidamente do boxe. (sério.)

O mundo tá mesmo perdido.

Amor de longe.

Eu amo a minha mãe.
Muito.
Assim, um monte.
Mas de longe.
A última temporada de D. Rosana aqui em casa deixou isso muito claro.

Eu amo ligar, bater papo, fofocar.E eu faço isso sempre. Muito mais do que quem ama a mãe de perto.
Amo ir ao Correio, botar sedex, escrever cartinha. Com letras grandes, pra minha mãe cegueta poder enxergar.
Amo até ter que pagar tudo, pra que eu possa me sentir menos culpada pelo meu amor de longe.

Minha mãe de perto irrita. E me dá vontade de sair correndo. E de chorar. E de gritar. Que eu queria outra mãe. Pra ter dividido um monte de coisa que eu contei pras tias. As mães das minhas amigas. Mas as minhas amigas nunca contaram nada pra minha mãe. Elas tinham as delas. Só eu é que não tinha a minha.

Eu amo a minha mãe de longe, mas não sei explicar. Nem pra ela, nem pra ninguém, nem pra mim mesma.
Meu amor tem cheiro de mentira.
Quem ama quer tá perto, tá junto, quer dividir.
Eu não.
Eu quero mamãe longe.
Pra manter a calma. O sereno.

É que de longe eu posso criar diálogos imaginários, posso montar a mãe que eu quero.
De perto não dá.
Ela chora, dramatiza, espera que eu tenha cinco anos.
Quer que o tempo volte, e como ele não cede ela se perde.

Dia desses resolvi contar tudo isso.
Esperei o grande drama do século.
Mas não.
Ela simplesmente falou que eu sou esquisita mesmo. Que o problema deve ser meu pai. Claro.
E emendou o assunto, perguntando quando é que eu vou pra lá. Por que ela acha que quebrou o aparelho de medir glicose que eu dei.

Mamãe é realmente imprevisível.
Mas eu amo.
De longe.







segunda-feira, 12 de abril de 2010

Meus queridos milhares e milhões de leitores. Sim, por que o contador está com defeito. Só pode. Eu prefiro dormir acreditando que meu blog é pop na internet. Fenômeno. Devo dizer a vocês que estou tirando carta de moto. Sim, e o velhinho que me dá aula bota defeito em todo circuito.

Uma hora ele sisma que eu deixo a mão no manete antes de colocar a segunda, perto da reta. É, é, aquela que você tem que andar em cima, retinho. E eñtão quando eu não coloco a mão na droga do manete aí ele reclama que a aceleração tá pouca.

Depois ele diz que coloquei a seta antes de terminar o suposto ponto onde ficará o examinador (ele me pede toda aula pra imaginar um examinador num lugar x). Vou de novo, coloco a seta depois, e adivinha? Ele diz que devia ter colocado antes. Hoje tomei coragem e perguntei se há um local imaginário pra seta também. Ele me ignorou.

A última dele foi dizer que eu não devia acelerar na curva, mesmo a curva tem uma leve inclinação (leia-se subida). Lá vou seguir os ensinamentos do seu João. Não preciso nem dizer que a moto morreu. Ele veio e disse que tenho que acelerar, mas pouquinho sabe? Pois é.

Como e sou uma pessoa muito paciente e tolerante creio que até a 10ª aula eu consiga não mandá-lo pra puta que pariu. Ele e o examinador. O imaginário, claro. Melhor. Ele, o examinador imaginário e o ponto cedo-surdo-mudo da seta.

E tenho dito.


quarta-feira, 7 de abril de 2010



Três bons motivos para não trocar a resistência do chuveiro.

pré scriptum: Fiz questão de ressaltar que é do chuveiro por que nenhuma mulher bem resolvida do século XXI tem obrigação de saber.

motivo 1: É a única ocasião em que você exercita todo seu talento pra cantar (e interpretar) as músicas do Fagner, do Fábio Júnior e do Wando. Sim, eu gosto de todos eles e acho fundamental música brega para aquecer um banho gelado.

motivo 2: Se você não costuma alongar direitinho que nem a tia da academia manda, eis a solução. É impossível não pular, se chacoalhar e se contocer, na tentativa (sempre em vão) de não molhar suas costas. Se você, mulher bem resolvida e pagadora de suas contas,  tem um chuveiro queimado em casa sabe exatamente do que eu tô falando. Bom, na verdade você só não sabe mesmo como consertar.

motivo 3: É a unica situação em que você compra alguma coisa (no meu caso foi uma amiga), não usa, e não se sente absolutamente nadinha culpada.


quarta-feira, 31 de março de 2010

Minha mãe disse que eu sou o equilíbrio e o descontrole em forma de gente.
Odeio praga materna.
Gostar de gente dá muito trabalho. Você vai lá, investe tempo, dinheiro, paciência. Liga mesmo sem ter tempo, sorri às vezes sem vontade por que faz parte. Escuta, escuta e escuta. Vez ou outra topa algum programa idiota, só pra não dizer não mais uma vez. Fala da sua vida, se importa. E importar-se com alguém além de nós é sempre difícil. O ser humano é egoísta. Eu também sou.
Você faz tudo isso e pra que?
De repente essa gente toda surta. É, assim, do nada. Alguns surtam por que você namora, outros por que trabalha demais. Tem alguns até que surtam por que você sorri. Por que você chora. Por que você gosta mais da sua cachorra. por que você não bebe, não fuma, não cheira. Sei lá. Essa gente toda que você investiu alguma coisa simplesmente enlouquece mais que o limite do socialmente aceitável.
Eu sempre prefeiri não gostar. Eu não gosto de quase ninguém.
Gostar dá um trabalho do cacete e quase nunca vale a pena.
Não tenho orkut, face sei lá o que, twitter, rede de relacionamentos me irritam. Eu sou chata. Mas o mundo é mais.
Eu quase não tenho tempo pra ver minha amiga, que trabalha aqui pertinho de casa, imagina responder recado de alguém que eu nem lembro o sobrenome, mas se diz meu amigo por que estudamos juntos na 4ª série...
Não, não. Eu sou chata, velha e ranzinza. Mas ando mais tolerante. Treinando horrores pra. Essa chatice toda fica em linhas, aqui no blog, para vocês meus milhares de leitores.
Talvez eu escreva um best seller, falando do meu pânico de gente. E do buraco que eu vejo em quase todo trausente.
Eu morro de medo de buracos.

segunda-feira, 29 de março de 2010

15 anos.

Quando eu tinha quinze anos jurava que meu primeiro porre viria antes dos dezoito. Não veio.

Jurava que tomaria uísque, num copo sem gelo. Todo final de tarde. Que pintaria as unhas do pé de vermelho. Com o copo de uísque na mão. Entre meus dedos dos pé teria aquele negócio amarelo, pra separar. Aquele que a Cláudia Raia usou numa novela brega qualquer. Mas aos 25 eu não gosto de uísque. Nem de esmalte vermelho. Então a utopia de pintar a unha do pé com uma mão e beber uísque sem gelo com a outra, numa sala colorida ao som de Elis Regina morreu.

Aos quinze eu também achava que ia me formar em Veterinária.
Mas eu fiz direito.
Aos quinze eu tinha certeza que minha mãe me enlouqueceria.
Bom, eu tava certa.
Aos quinze eu odiava meu pai. Eu e todo meu ódio adolescente.
Hoje eu amo. Sem reticências, sem interrogações. Sem tantos por quês.
Aos quase quinze eu planejei muito a tal festa de debutante. Escolhi mentalmente docinhos, a roupa, quem eu convidaria, quem não iria de jeito nenhum (e quando se é adolescente há sempre duas listas - a de quem vai e a de quem não vai. Hoje eu não faria por preguiça). Pois é. Escolhi e planejei tudo. Tim tim por tim tim. Ai papai me deu uns dinheiros, que eu nem lembro bem quanto.
Torrei todo o meu planejamento festivo e festeiro num tal de elisbelt da Feiticeira. Sim sim. Aquela mesma. A do Hulk. Do H. Queria ficar gostosona e fisgar o Thiaguinho pagodeiro da 8ª série. O negócio era uma fortuna, vendido nesses canais de baboseiras.
Ao contrário do previsto, além de perder minha festa incrível não fiquei com o corpo de odalisca da Sra. Joana, hoje evangélica. Também não arrebatei o coração do Thiaguinho pagodeiro, que a essa altura já estava com uma peituda do 2ª ano. Graças a Deus.
Tem coisas que a gente só faz aos 15. Ou quase quinze.
Definitivamente.